
| Um tribunal compostelano quer obrigar a traduzir um documento escrito em galego reintegrado |
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| Redacción MundoGaliza | Xoves, 10 de Abril do 2008 | Cultura | |||
O assunto tem relaçom com demanda apresentada no passado mês de Janeiro por NÓS-Unidade Popular contra a Unión Federal de Guardais Civiles (UFGC), polas graves calúnias dirigidas por esse colectivo contra a nossa organizaçom, chegando a afirmar publicamente que estávamos “dispostos a atentar”. Numha notificaçom redigida integralmente em espanhol, o referido Tribunal compostelano acaba de dar um prazo de dez dias a NÓS-Unidade Popular para que “traduza” para “língua castelhana ou galega” a demanda apresentada contra a UFGC. A nossa organizaçom recorreu imediatamente da decisom do tribunal compostelano, alegando a existência de outras actuaçons legais ao longo das duas últimas décadas, escritas consoante as normas reintegracionistas. Em concreto, o recurso de reposiçom apresentado pola defesa de NÓS-Unidade Popular anexa umha sentença da Sala do Contencioso-Administrativo do Tribunal Superior de Justiça da Galiza 1987, redigida em galego reintegrado polos próprios magistrados. NÓS-Unidade Popular considera que a notificaçom do Tribunal vulnera direitos fundamentais e condena à indefensom a nossa organizaçom. Por isso reclama que seja admitido o escrito e se vaia ao fundo do assunto: a demanda por calúnias contra a Unión Federal de Guardias Civiles.
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