
| Falta de vontade política para aplicar a política lingüística |
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2. Nessa política de deixar morrer de inaniçom o idioma nacional da Galiza, som igualmente responsáveis os dous partidos governantes, o PSOE e o BNG, que integram as comissons e demais organismos que marcam a estratégia nesse campo. Convém também nom esquecer a renúncia do BNG, em 2005, a assumir a política lingüística do governo bipartido. 3. NÓS-Unidade Popular considera, por isso, vergonhoso o papel do BNG, que parece quere jogar a governo e a oposiçom em simultáneo, ordenando à Mesa a convocatória da manifestaçom do dia 18, para tentar desviar ao PSOE umha responsabilidade de que é comparticipante, com um objectivo puramente eleitoral. 4. O movimento normalizador, que conta com interessantes e construtivas iniciativas a nível comarcal, continua a carecer de um referente nacional válido, o que permite que a Mesa, instrumento de lavagem de cara do BNG, assuma o papel mediático de liderança de um movimento social muito mais amplo, plural e rico do que aquilo que o autonomismo institucional considera ‘politicamente correcto’. Um movimento que, nos últimos meses, fijo frente na rua aos ultras de Galicia Bilingüe e à repressom policial e judicial enquanto a Mesa estava desaparecida. Por todo o anterior, NÓS-Unidade Popular recusou a participaçom na manifestaçom partidarista do dia 18, e apela o conjunto do movimento normalizador a continuarmos a luita no dia a dia, em cada vila, em cada cidade, em cada comarca, avançando na coordenaçom até conformarmos um verdadeiro movimento de luita e defesa dos direitos lingüísticos do povo galego. Nessa luita, por cima de siglas e interesses eleitoreiros, estará sempre NÓS-Unidade Popular e o conjunto da esquerda independentista galega. Em farsas e lavagens de cara dos responsáveis pola nefasta política lingüístia actual, nunca. Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular Galiza, 15 de Maio de 2008 |
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